Para quem está avaliando o canal
Seu cliente já ouve alguém antes de comprar. A pergunta é quem.
Marketing de influência é contratar criadores de conteúdo para apresentar a sua marca a um público que escolheu segui-los. Esta página reúne o que os dados mostram sobre o canal no Brasil, inclusive onde eles discordam entre si.
Dados revisados em setembro de 2026 · fontes no fim da página
Onde está a atenção do brasileiro?
Nas redes sociais, que já alcançam sete em cada dez brasileiros. E, dentro delas, no conteúdo de quem produz.
- 150 mide brasileiros usam redes sociais, 70,4% da populaçãoDataReportal, out. 2025
- 131 mide adultos no TikTok, logo atrás de YouTube (150 mi) e Instagram (147 mi)DataReportal, out. 2025
- 46%confiam plenamente nos criadores que já acompanhamIAB Brasil e Offerwise, ago. 2026
- 29%confiam em celebridades com mais de 5 milhões de seguidoresIAB Brasil e Offerwise, ago. 2026

Os dois últimos números explicam o canal. A confiança cai quando a fama cresce: quem a pessoa escolheu acompanhar pesa mais do que o nome mais conhecido. A relação veio antes do anúncio, e é ela que a marca aluga quando contrata um criador.
Influência vende? Depende de onde você mede.
Três pesquisas brasileiras recentes parecem se contradizer.
- 76%já compraram algum produto depois de ver a recomendação de um criadorIAB Brasil e Offerwise, ago. 2026
- 69%já fizeram alguma compra depois da recomendação de um influenciadorOpinion Box e Influency.me, jan. 2025
- 5%dizem comprar por recomendação direta de influenciadoresCNDL, SPC Brasil e Offerwise, mar. 2026
As três estão certas, porque medem momentos diferentes. As duas primeiras perguntam se a influência já pesou em alguma compra. A terceira pergunta o que decide a compra na hora. A mesma pesquisa da CNDL mostra que 99% dos consumidores pesquisam o produto nas redes antes de comprar, e que no fim pesam preço, avaliações e fotos reais.
A pesquisa do IAB mostra o mesmo movimento por outro ângulo: 60% já se interessaram por produtos indicados por criadores que nem seguem. Na prática, o criador trabalha na descoberta e na consideração: faz a marca entrar na lista de quem vai comprar. Uma campanha cobrada só pela venda do mesmo dia parece não funcionar. Medida por alcance qualificado, busca pela marca e intenção de compra, o efeito aparece.

Quanto rende cada real investido?
Não existe um número de retorno confiável que valha para qualquer marca. Os índices que circulam, do tipo "cada real rende tantos reais", costumam vir de empresas que vendem o serviço e raramente mostram como foram calculados.
O problema é maior do que a influência. No relatório anual de 2025 da Nielsen, só 32% dos profissionais de marketing no mundo, e 29% na América Latina, conseguem medir o investimento de forma integrada entre os canais. Dados espalhados, ferramentas fracas e pouca transparência nos canais novos estão entre os motivos.
Por isso o Casthink mede cada campanha contra o objetivo escrito no briefing e guarda o resultado na base da sua conta. Com o tempo, o retorno da sua marca vira histórico seu, em vez de uma média de mercado. Ver como isso funciona

Por que tanta campanha dá errado?
2 a 3,8 mide influenciadores atuam no Brasil, conforme o critério de cada levantamentoInfluency.me, mar. 2025 · Reglab, nov. 2025
As estimativas divergem porque cada estudo define influenciador de um jeito, mas todas apontam na mesma direção: são milhões, e o número cresce. Com tanta oferta, o gargalo deixa de ser encontrar criadores e passa a ser escolher bem. O erro mais comum é decidir pelo tamanho da audiência. O que decide o resultado é a aderência: quem segue aquele criador, o que ele já disse, com quem já trabalhou e se a marca cabe na conversa dele sem soar como anúncio.
Essa é a parte que o Casthink faz com gente: a curadoria, com o critério escrito e guardado para a próxima campanha.
O mercado está crescendo?
- R$ 20 bipor ano é quanto o mercado de influenciadores movimenta no Brasil, segundo estimativaReglab, nov. 2025
- 61%dos profissionais de marketing no mundo planejam aumentar o investimento em influenciadores em 2026Kantar, set. 2025
- 64%das marcas ouvidas no Brasil investiram em influência em 2024, contra 54% em 2023Opinion Box e Influency.me, jan. 2025
Os R$ 20 bilhões são uma estimativa do Reglab, centro de estudos de regulação, num levantamento sobre os projetos de lei do setor. A pesquisa das marcas ouviu 954 profissionais e foi feita por uma empresa que vende ferramentas de influência. Os dois valem como sinal de tamanho e de direção, não como medida exata.
O que mudou nas regras?
O CONAR publicou em maio de 2026 uma nova edição do guia de publicidade por influenciadores, com efeito a partir de 1º de junho de 2026.

- A publicidade precisa ser identificada de forma clara, de preferência com os recursos das próprias plataformas ou com expressões como #publi bem visíveis.
- Quando a marca republica em seus canais um conteúdo do criador, esse conteúdo passa a seguir as regras da publicidade da marca.
- A participação de crianças e adolescentes exige autorização dos responsáveis e, em alguns casos, autorização judicial prévia, em linha com o ECA Digital.
- Contrato, roteiro e aprovação precisam prever isso desde o briefing. No Casthink, cada aprovação fica registrada com nome, data e hora.
Quando não é a hora?
Na nossa leitura, vale esperar quando:
- A meta é só venda no mesmo dia. Influência trabalha antes da decisão. Para conversão imediata, mídia de performance costuma responder mais rápido.
- Não há verba para mais de um ciclo. A primeira campanha ensina quem funciona para a sua marca. O ganho aparece quando a segunda parte do que a primeira aprendeu.
- A marca ainda não sabe o que quer que lembrem dela. Criador bom amplifica uma mensagem clara. Sem ela, amplifica o ruído.
Se for a hora, quais são os caminhos?
Há três jeitos comuns de operar influência. Cada um resolve uma parte do problema e deixa outra sem dono.
| Equipe da própria marca | Agência | Operação gerenciada, como o Casthink | |
|---|---|---|---|
| Quem escolhe os criadores | A equipe, no tempo que sobra das outras tarefas | A agência, pelo repertório de quem atende a conta | Curadores, com o critério escrito em cada escolha |
| Contrato, cobrança e nota fiscal | Com a equipe, em planilha e e-mail | Com a agência, com repasse de custo | No sistema, com cobrança automática e alguém conferindo |
| Onde fica o histórico | Com quem fez a campanha, até essa pessoa sair | Com a agência, até o contrato acabar | Numa base que pertence à conta da marca |
| Serve melhor quando | O volume é pequeno e há alguém dedicado ao tema | A campanha é pontual e criativa | A marca vai fazer mais de um ciclo, ou quer começar por uma campanha que já deixe base |
Comparação feita pelo Casthink, a partir de como cada modelo costuma funcionar. Existem agências e equipes internas que guardam bem o histórico; o que muda é se isso depende de pessoas ou fica registrado.
Como seria começar com o Casthink?
O primeiro passo não compromete nada. A partir dele, cada etapa depende de uma aprovação sua.
- DiagnósticoDe 10 a 15 minutos, por formulário ou por chamada. Em até um dia útil você recebe um retrato escrito da sua operação, sem custo.
- PropostaVem depois, com o diagnóstico anexo. O preço depende da complexidade da conta.
- BriefingObjetivo, período, verba, formato e restrições entram num formulário estruturado. O objetivo declarado aqui é o que vai medir a campanha no fim.
- Curadoria e aprovaçãoA lista curta de criadores chega já checada. Você aprova quem entra, o roteiro e o conteúdo antes de ir ao ar.
- Execução e resultadoContratos, cobranças e entregas correm no sistema. No fim, o resultado é lido contra o objetivo do briefing e fica guardado para a próxima campanha.
Começar pelo diagnóstico Ver cada etapa em detalhe Ver o sistema por dentro
Quer saber se faz sentido para a sua marca?
O diagnóstico é gratuito, leva de 10 a 15 minutos e volta por escrito em até um dia útil.
Fontes
- DataReportal. Digital 2026: Brazil. Publicado em novembro de 2025, dados de outubro de 2025.
- IAB Brasil e Offerwise. #Publi 2026: influência além dos seguidores, via E-Commerce Brasil. Setembro de 2026, 1.512 entrevistados, coleta de 11 a 19 de agosto de 2026.
- Opinion Box e Influency.me. Pesquisa Marketing de Influência no Brasil 2025, via ABC da Comunicação. Janeiro de 2025, 954 respondentes do setor.
- CNDL, SPC Brasil e Offerwise. Compras por aplicativos e redes sociais 2025, via Varejo S.A. Março de 2026.
- Nielsen. 2025 Annual Marketing Report. 2025.
- Influency.me, via Meio & Mensagem. Março de 2025.
- Reglab. Do feed ao plenário: o debate sobre regulamentação de influenciadores digitais no Congresso Nacional, via Exame. Novembro de 2025.
- Kantar. Media Reactions 2025, via Meio & Mensagem. Setembro de 2025.
- CONAR, Guia de Publicidade por Influenciadores Digitais, edição de maio de 2026, via TozziniFreire e KLA Advogados. Maio de 2026.
Próxima revisão dos dados: setembro de 2027.